Senhores conhecedores, não querem participar neste "peditório"?
Apesar de não ser conhecedor, nunca deixo de colaborar nos "peditórios"...

Quanto à polaridade da ficha de alimentação, ela não teria nenhuma importância se o amplificador funcionasse sózinho ou apenas ligado a uma fonte alimentada a pilhas.
Nesse caso, o chassis teria algum potencial parasita, mas como a fonte era "flutuante" (pilhas ) não haveria nehuma corrente de massa (pelos interconects) a equalizar os potenciais dos chassis.
Como não é o caso e geralmente os aparelhos estão todos ligados ao sector, essa diferença de potenciais vai-se anular pela corrente de AC que cria nos interconects.
Ora, onde era suposto passar apenas sinal musical, passa-se a ter-se-lhe sobreposta uma corrente parasita de AC, com todas as consequências desastrosas que isso implica para a qualidade de som.
Porque é que esse potencial e a corrente consequente variam com a polaridade da ficha?
Porque o enrolamento do primário terá forçosamente um extremo que está mais perto do núcleo e portanto com mais capacidade para o chassis. Não esqueçamos que uma capacidade é um "fio" condutor para AC, isto implica que quando ligamos o lado do primário que tem mais capacidade para o chassis à fase, esta será a posição em que o chassis fica com mais tensão parasita.
Pensarão alguns, ligando à terra todas estas tensões desaparecem milagrosamente.
Correcto, mas à custa de maiores correntes nos interconects...

Por último, geralmente os piores transformadores analisados pelo critério de maior capacidade parasita entre o primário, secundário e núcleo, são os toroidais...
